

Brasão,
Uma parceria entre o historiador do bairro, Ubaldo Marques Porto Filho, e o designer gráfico Miguel Macedo dos Santos, resultou na criação do brasão do Rio Vermelho. Inspirado nas raízes históricas, compõe-se de escudo, listel e timbre.
O campo do escudo, que é a parte principal de um brasão, foi dividido em quatro quartéis, nas cores que aludem às seguintes representações: verde (flora); azul (mar); vermelho (rio); amarelo (religião).
No listel foi inserida a palavra Camoroipe, donde derivou o nome do bairro. Na língua tupi significa “rio vermelho”. Era como os primitivos habitantes designavam o curso fluvial que convergia à praia da Mariquita, local do célebre encontro dos tupinambás com Diogo Álvares, o Caramuru, descobridor do Rio Vermelho.
O timbre foi composto por uma simbologia que representa o Forte do Rio Vermelho, único baluarte de defesa de Salvador localizado fora dos limites da Baía de Todos os Santos. Construído entre 1711 e 1756, fez parte da paisagem do Rio Vermelho até 1953, quando foi demolido pela Prefeitura.
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